Hoje é o dia de Nossa Senhora da Saúde, todas as mães que tocarem em Maria e digitarem “Amém”, nós rezaremos por sua família.🙏
Um dia um menino de cinco anos entrou numa farmácia correndo e disse ao farmacêutico: “ Senhor, aqui está todo o dinheiro que eu tenho. Por favor, dê-me um milagre.” O farmacêutico, surpreso, perguntou-lhe que milagre queria e para quê. O pequeno respondeu: - O médico disse que minha mãe precisaria de um milagre para se curar. Aqui está todo o dinheiro que guardei para comprar uma bicicleta, mas eu amo minha mãe e quero que ela fique bem. Por favor, me ajudem. Esse dinheiro é suficiente? O farmacêutico, muito comovido, respondeu-lhe que não tinha o remédio “ milagre ” para curar a sua mãe, mas que se tivesse lhe oferecia sem lhe cobrar um único centavo. Depois acrescentou que só Jesus, o Filho de Deus tem esse remédio especial, e convidou a ir à igreja pedir. A criança correu como um raio até a igreja. Chegou em frente ao crucifixo perto do altar e disse: Eu sei que você está naquela cruz, que dói e que não tem muito tempo para mim, mas o farmacêutico me disse que o milagre da minha mãe tem você. Você sabe o quanto eu amo a mamãe, aqui está todo o dinheiro que eu guardei para uma bicicleta. Eu te dou e prometo te ajudar a descer da cruz, mas por favor me ajude. Infelizmente Jesus da Cruz não respondeu a ela uma palavra, por isso a criança gritou: Se não me ajudar, vou chorar com sua mãe, a Virgem! Se você também ama sua mãe como eu amo a minha, me ajude e me dê o remédio. Prometo voltar o mais rápido possível para ajudá-lo O padre, que tinha ouvido o grito da criança, aproximou-se e convidou a falar baixo com Jesus. Explicou-lhe que Cristo o ouve mesmo que não responda diretamente. Movido pela criança, o padre decidiu segui-lo até casa. Ao longo do trecho da rua da igreja lá, o menino explicou ao padre o quanto amava a sua mãe, disse-lhe que para ele era tudo e que só Jesus tinha o milagre que podia curá-la, como o farmacêutico lhe tinha explicado. Uma vez em casa, o menino encontrou a cama da mãe vazia. Ele olhou e viu-a sair da cozinha, adormecer para ele, disse-lhe: O médico que veio me visitar curou-me e cumprimenta-te. Ele mandou-me dizer que ele também ama muito a mãe dele. Filho, como você conheceu esse médico? Então, o padre com lágrimas nos olhos disse ao menino: “Ele fez o que você pediu, e chegou antes de nós.” Lembre-se: Nossas orações, lágrimas do nosso coração, nossas tristezas e lamentos são ouvidos pelo Senhor.
Taste the World A cidade suméria de Uruk é a cidade civilizada mais antiga habitada no mundo, existindo desde 6000 a. c. Foi nessa cidade que a primeira carta escrita conhecida foi lançada. Também foi em Uruk que surgiu a primeira epopeia literária da história, a famosa Epopeia de Gilgamesh, foi o nome Uruk que deu origem ao nome do Iraque. Além disso, Uruk registrou a primeira domesticação de aves e a implementação dos sistemas de irrigação na agricultura e arquitetura. A escrita cuneiforme suméria em tabuletas de barro é considerada a primeira forma de escrita na história.
A Primeira Igreja Protestante construída no Brasil, convertida na Igreja de Nossa Senhora do Ó e do Divino Espírito Santo do Recife. Em 1642 o governador do Brasil Holandês Maurício de Nassau, autorizou a construção da Primeira Igreja Protestante do Brasil, a Igreja Calvinista Francesa de Recife. Construído por protestantes de origem francesa, em sua maioria funcionários da Companhia das Índias Ocidentais. Após a reconquista do território pelos Portugueses, e com a consequente rendição dos holandeses em 1654, o general Francisco Barreto de Menezes, vitorioso das Batalhas dos Guararapes, doou aos jesuítas duas casas de construção flamenga, bem como essa mencionada igreja de origem calvinista, que foi representada sob a letra F na gravura Boa Vista, de Frans Post (c. 1647), como “Templum Gallicum” (Templo Francês), Uma ordem régia, assinada por Dom João IV de Portugal, concedeu, em 1655, a licença oficial para os jesuítas “Fundarem um colégio na povoação do Recife, em uma igreja que pertenceu aos hereges franceses da seita de Calvino” somente em 1686 a Nova Igreja e colégio Jesuíta foram construídos nos alicerces da Antiga Igreja Calvinista. A Obra foi do arquiteto português Antonio Fernandes de Matos, que lançou a pedra fundamental da Igreja a 18 de dezembro de 1686, dia de Nossa Senhora do Ó, a quem foi consagrada. O complexo funcionou como Colégio Jesuítico do Recife até 1759, quando o o Marquês do Pombal efetuou a expulsão dos Jesuítas de Portugal e de suas colônias. Após ser saqueada em 1817 durante a Revolução Pernambucana foi restaurada em 1855. Segundo Virgínia Barbosa, a Igreja do Divino Espírito Santo testemunhou fatos marcantes da história do Recife, entre eles “a visita do Imperador Dom Pedro II (1859); a procissão de penitência durante a epidemia de peste (1860); a festa abolicionista, com celebração de missa, promovida pela Sociedade Patriótica Bahiana Dous de Julho, em 2 de julho de 1870; a recepção a Bispos; e a cerimônia fúnebre de Joaquim Nabuco, em 18 de abril de 1910.
Fábula: NÃO DISCUTE COM ASNOS O burro disse ao tigre: - “A relva é azul”. O tigre respondeu: - “Não, a relva é verde. ” A discussão aqueceu, e os dois decidiram submetê-lo à arbitragem, e por isso foram diante do leão, o Rei da Selva. Já antes de chegar à clareira da floresta, onde o leão estava sentado em seu trono, o jumento começou a gritar: - “Sua Alteza, é verdade que a relva é azul? ”. O leão respondeu: - “Verdade, a relva é azul. ” O burro apressou-se e continuou: - “O tigre discorda de mim e contradiz e irrita-me, por favor castigue-o. ” O rei então declarou: - “O tigre será punido com 5 anos de silêncio. ” O jumento pulou alegremente e seguiu o seu caminho, contente e repetindo: - “A relva é azul”… O tigre aceitou seu castigo, mas antes perguntou ao leão: - “Sua Majestade, por que me castigou? , afinal, a grama é verde. ” O leão respondeu: - “Na verdade, a relva é verde. ” O tigre perguntou: - “Então, por que me estás a castigar? ”. O leão respondeu: - “Isso não tem nada a ver com a questão de saber se a relva é azul ou verde. O castigo é porque não é possível uma criatura corajosa e inteligente como você perder tempo discutindo com um jumento, e ainda por cima vem me incomodar com essa pergunta. ” A pior perda de tempo é discutir com o tolo e fanático que não se importa com a verdade ou a realidade, mas apenas com a vitória das suas crenças e ilusões. Nunca perca tempo com argumentos que não fazem sentido… Existem pessoas que, por mais provas e provas que apresentemos a elas, não estão na capacidade de entender, e outras ficam cegas pelo ego, ódio e ressentimento, e tudo o que querem é ter razão mesmo que não estejam. Quando a ignorância grita, a inteligência se silencia. Sua paz e sossego valem mais.
Deus diz: “Quando não se tem Deus, quando não se é capaz de vê-Lo, quando não se consegue reconhecer claramente a soberania de Deus, todo dia é sem sentido, sem valor e miserável. Onde quer que esteja, seja qual for o trabalho, os meios de vida e a busca de metas de uma pessoa, isso só lhe trará dor infindável e sofrimento irremediável, a ponto de ela não suportar olhar para trás. Só quando aceitar a soberania do Criador, se submeter a Seus arranjos e orquestrações e buscar a verdadeira vida humana, aos poucos ela se libertará de toda dor e todo sofrimento, se livrará de todo o vazio da vida”.
DA PRISÃO INJUSTA AO PLANALTO COM RESISTÊNCIA “7 de abril de 2018. O então ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se entregava à Polícia Federal para ser levado à sede da PF em Curitiba e ficar preso. Era o desfecho de uma série de processos sem provas, uma perseguição (hoje já ficou claro até para a mídia) conduzida a ferro e fogo pelo então juiz e futuro ministro Sergio Moro. Aquele sábado de 2018 foi um dia triste, pesado, desalentador. E injusto. Profundamente injusto. Lula ficou preso em Curitiba por 580 dias. Foi impedido, com anuência do STF, do ministro Dias Toffoli, de ir ao enterro do irmão. Perdeu o netinho Artur e quase foi também impedido de ir ao seu enterro. Da prisão, acompanhou todos os arranjos e construções para levar Bolsonaro ao poder e dizimar o PT. Naquele 7 de abril e nos dias e meses e anos que se seguiram, a esperança andava bem escassa, e todos juntávamos cacos para manter um restinho de resistência, sempre iluminados pela maravilha da mobilização da vigília Lula Livre. A mobilização não parou, apesar de tudo, e ganhou o mundo. Mesmo assim, Bolsonaro foi eleito. A orquestração tinha sido muito bem construída, e os desmandos de Moro com a Operação Lava Jato, em parceria estreita com a mídia, tinham garantido a prisão de Lula e a eleição de Jair. No discurso durante a missa em homenagem a dona Marisa Letícia (morta em 2017 pela perseguição da Lava Jato), no sindicato dos Metalúrgicos em São Bernardo, na manhã do dia 7, Lula disse por que ia se entregar à PF: "Se dependesse da minha vontade eu não iria, mas eu vou, porque eles vão dizer que eu estou foragido. Eu vou lá na barba deles para eles saberem que eu não tenho medo, saberem que eu vou provar minha inocência”. Ele podia ter ido pra Cuba, os companheiros não queriam que ele se entregasse; mas Lula estava obcecado em provar sua inocência. E assim o fez. 7 de abril de 2023. Cinco anos depois, Lula cumpriu o que prometeu em São Bernardo, provou sua inocência e, não contente, também voltou à presidência da República, derrotando Jair Bolsonaro, o usurpador. Lula é um gigante político e se configura hoje como uma das mais expressivas forças políticas no mundo (se não a mais). Lula é também uma energia pulsante impressionante, uma força de resistência incrível, um articulador político invejável. Até a Globo se realinhou rsrs. O mar da história é agitado; no Brasil, ele é um tsunami avassalador. Naquele sábado de angústia, tristeza e derrota, não dava pra imaginar, nem de longe, que cinco anos depois Lula estaria de volta ao Planalto, dessa vez, conduzindo Resistência e ladeado por representantes plurais do povo brasileiro. Comemos o pão que o diabo amassou. Vimos o país quase se desintegrar. Mas resistimos, com Lula, para presenciarmos hoje, cinco anos depois, um mínimo resgate histórico. Sigamos, porque a batalha só começou. Abaixo, cenas da mobilização em São Bernardo, do discurso, da chegada a Curitiba no avião sucateado da PF e da posse em janeiro”.
“A MÃE BIOLÓGICA DE MILTON NASCIMENTO” Uma vida quase em segredo *UMA MULHER QUE MERECE VIVER E AMAR COMO OUTRA QUALQUER DO PLANETA* "Ela nasceu em 1918. Nasceu mulher, negra e pobre. Foi batizada como mais uma Maria: Maria do Carmo, mas ficou conhecida apenas por Carminha. Mal acabou o básico do ensino ofertado aos pobres, ainda uma menina, migrou de Minas Gerais para a cidade do Rio de Janeiro. A Carminha tinha 1,63m de altura e, embora pequena, carregava a força das Marias, o dom das negras e a marca das mulheres. Maria Carmem. Esse era o seu nome. Maria amava cantar, contam, àqueles que a conheceram, que seus grandes olhos castanhos e amendoados se fechavam sempre que ela cantava Ataulfo Alves. Mas na pobreza é preciso ter gana sempre, cantar era só um sonho, a vida e a fome falavam mais alto. Em 1939, aos vinte e um anos, Carminha já lavava roupas para fora e cozinhava em casas de famílias cariocas. Trabalhava no que fosse preciso, jamais teve medo do serviço. Um dia, ela conseguiu um trabalho de "carteira assinada”, foi parar na rua Conde de Bomfim, no bairro da Tijuca. Maria recebia o salário de 150 mil réis, era doméstica. Trabalhava numa pensão e a sua patroa se chamava Dona Augusta de Jesus Pitta. No início de 1942, enquanto esperava o bonde na frente da pensão da Dona Augusta, Carminha conheceu um homem chamado João, ele era motorneiro, motorista do bonde da linha Tijuca. E uma paixão avassaladora tomou conta dos dois, nascia ali o amor entre Carminha e João. Os dois se encontravam todos os dias após o trabalho. E num dia desses, Carminha ficou grávida. João não queria casar. Mas, ainda assim, casaram-se. Era a força da Maria se impondo sobre o machismo da época. Vai casar, sim! Grávida, Carminha seguiu trabalhando com a Dona Augusta. E numa tarde, enquanto trabalhava na pensão, as dores do parto foram crescendo, até que seu bebê chegou. Nasceu ali, em um quarto da casa de Dona Augusta. Era um menino. E todos na pensão adoravam a criança. Mas num certo dia, Carminha e Dona Augusta se desentenderam, coisas da vida, e Carminha se demitiu do emprego. Com a criança no colo, foi morar com a família de João, mudou-se para a favela Barreira do Vasco, que ficava na Baixada de São Cristóvão. Com saudades da criança, Dona Augusta resolver ir visitar Carminha. E chegando na maloca em que ela morava, em Barreira do Vasco, Augusta viu uma Carminha magra e uma criança igualmente mal nutrida. Dona Augusta pediu que Carminha voltasse com seu filho para Pensão. Ela não quis. Orgulhosa, preferia ficar ali, misturando a dor e a alegria. Carminha não vivia, apenas aguentava. Aos vinte e cinco anos, Carminha contraiu tuberculose. Cada vez mais magra, começou à temer que seu pequeno filho também viesse a se contagiar. Então, por amor, abriu mão do filho, pediu para que o menino fosse levado de volta para a pensão. Augusta levou, cuidaria dele até Carminha melhorar. Carminha voltou para a casa da mãe, queria se tratar em Minas. Mas chegou muito mal, extremamente magra e doente, passou a sangrar e a ter alucinações. Maria do Carmo não conseguiu viver e amar como qualquer mulher do planeta, morreu aos 26 anos, era 1944. João, marido de Carminha, achou melhor que a Dona Augusta ficasse com a criança na pensão por um tempo. Ele nunca mais procurou o filho… Um dia, a filha de Dona Augusta, Lília Silva Campos, estudante de piano, aos 22 anos, disse para toda a família que queria adotar o pequeno menino. Ela explicou que não podia ir embora e deixar aquela criança ali, sem uma mãe. Aconteceu. É que ela tinha se apaixonado, com a força do amor de uma mãe, pelo filho de Maria Carmem. E assim ela o fez. Pediu autorização para a avó, mãe de Carminha, que envolta em pobreza era incapaz de cuidar do menino. Pediu ao pai, o João. Lília virou mãe. A criança foi morar com Lília na cidade mineira de Três Pontas, onde foi amado e cuidado. Cresceu vendo a mãe adotiva tocar piano na sala de casa, tinha na alma a herança de Carminha, era o seu canto, uma mania de ter fé na vida. Ele tinha os olhos da mãe Maria. E das tantas maneiras que acontecem, foi nos olhos que a mãe ficou para sempre em seu filho. Um olhar tão lindo. O menino cresceu, tomou o gosto pela música. Começou a cantar em bailes. O filho da Maria, o filho da Lília, com o tempo ficou bastante conhecido. Hoje o chamam pelo nome de Milton Nascimento, o Bituca… E eu duvido que agora, depois dessa história, você ouça a canção Maria, Maria da mesma maneira… “Maria é o som, é a cor, é o suor, é a dose mais forte e lenta, de uma gente que ri quando deve chorar. E não vive, apenas aguenta”. _Pati Andrade







